Open Finance no e-commerce: entenda como funciona e seus benefícios

Logo da Open Finance destacando a inovação na área financeira com design moderno e cores vibrantes, promovendo tecnologia e serviços financeiros avançados.

Na prática, o Open Finance dá ao usuário o controle total sobre suas informações financeiras, possibilitando uma experiência mais personalizada, competitiva e transparente no sistema financeiro.

No Brasil, o Open Finance é regulado pelo Banco Central e representa uma evolução do Open Banking, pois vai além de dados bancários tradicionais, incluindo investimentos, seguros, previdência e outros produtos financeiros.

Ao longo deste artigo, você vai entender como o Open Finance funciona na prática, quais são seus principais pilares e por que essa tecnologia vem ganhando espaço no e-commerce. Também explicaremos as diferenças entre Open Banking e Open Finance, apresentaremos casos de uso reais para lojas virtuais e mostraremos como essa inovação pode melhorar os pagamentos, reduzir fraudes e tornar a experiência de compra mais simples, segura e eficiente para consumidores e lojistas.

Arranha-céus modernos na cidade de São Paulo com clima de céu nublado, refletindo a arquitetura contemporânea e o ambiente urbano.

Pilares do Open Finance

O Open Finance se baseia em três pilares principais:

Consentimento:
O compartilhamento de dados só ocorre com autorização explícita do cliente, que define quais informações serão compartilhadas, com quem e por quanto tempo, podendo revogar o consentimento a qualquer momento.

Portabilidade e compartilhamento de dados:
Permite que o cliente leve seu histórico financeiro entre instituições autorizadas, facilitando a comparação de produtos, o acesso a ofertas mais adequadas e análises de crédito mais eficientes, sempre em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

APIs padronizadas:
São a base tecnológica que permite a integração segura e automatizada entre as instituições, garantindo confiabilidade e eficiência no compartilhamento de dados.

No Brasil, o modelo opera dentro de um ambiente regulado, com normas do Banco Central e conformidade com a LGPD.

Homem analisando gráficos de dados em um laptop durante uma reunião de negócios, com foco em análises financeiras e estatísticas.

Open Banking X Open Finance: quais as diferenças?

O Open Banking é focado principalmente em dados bancários, como contas, saldos e transações.

Já o Open Finance amplia esse escopo, incluindo:

👉 Pagamentos (Pix, boletos, iniciação de pagamentos);

👉 Investimentos;

👉 Seguros;

👉 Previdência;

👉 Crédito e outros produtos financeiros.

Ou seja, o Open Finance oferece uma visão financeira muito mais completa do consumidor.

Pessoa analisando gráficos e relatórios de dados em um laptop, com smartphone e óculos ao lado, focada em estratégias de marketing digital.

Na prática, como funciona?

No contexto do Open Finance no e-commerce, o consentimento do cliente é o ponto central de toda a operação, garantindo segurança, transparência e controle total sobre os dados compartilhados.

Na prática, o funcionamento envolve:

👉 Consentimento granular, com definição clara de escopos;

👉 Ambiente regulado, com regras de segurança, autenticação e governança;

👉 Instituições participantes, como bancos, fintechs, iniciadores de pagamento e provedores de dados.

No Brasil, o ecossistema é dividido em fases e conta com padrões técnicos definidos pelo Banco Central, garantindo interoperabilidade e proteção de dados.

Casos de uso relevantes para e-commerce

Para lojas virtuais, o Open Finance abre diversas possibilidades práticas:

👉 Iniciação de pagamentos via Pix: pagamentos diretos da conta do cliente, com menos etapas e maior conversão;

👉 KYC e AML: validação de identidade e análise de risco mais eficientes;

👉 Conciliação e reconciliação automática: cruzamento inteligente de dados financeiros e pedidos;

👉 Antifraude: identificação de padrões suspeitos com mais contexto financeiro.

Para lojas virtuais, o Open Finance abre diversas possibilidades práticas: 👉 Iniciação de pagamentos via Pix: pagamentos diretos da conta do cliente, com menos etapas e maior conversão. 👉 KYC e AML: validação de identidade e análise de risco mais eficientes. 👉 Crédito e score alternativo: avaliação baseada em dados reais, não apenas bureaus tradicionais. 👉 Conciliação e reconciliação automática: cruzamento inteligente de dados financeiros e pedidos. 👉 Antifraude: identificação de padrões suspeitos com mais contexto financeiro.

Benefícios para lojistas e consumidores

Para lojistas

👉 Redução de custos operacionais com conciliação manual, retrabalho financeiro e análises antifraude isoladas;

👉 Aumento da taxa de aprovação de pagamentos;

👉 Menos chargebacks e fraudes;

👉 Processos financeiros mais automatizados.

Para consumidores

👉 Checkout mais rápido e simples;

👉 Mais opções de pagamento;

👉 Maior controle sobre seus dados;

👉 Experiência mais personalizada.

Grupo de pessoas sorridentes em ambiente de escritório, cumprimentando-se com aperto de mãos e demonstrando cordialidade.

Impactos no Pix, boletos e carteiras

O Open Finance potencializa meios de pagamento já consolidados, como Pix e boletos, ao permitir:

👉 Integração mais fluida com contas bancárias;

👉 Conciliação automática de pagamentos;

👉 Relatórios financeiros mais completos;

👉 Automação de processos financeiros.

Como começar a usar o Open Finance?

Para adotar Open Finance no seu e-commerce, considere:

👉 Mapear os casos de uso prioritários;

👉 Avaliar adequação regulatória e LGPD;

👉 Escolher parceiros tecnológicos confiáveis;

👉 Definir KPIs claros (conversão, custo, fraude);

👉 Implementar de forma faseada, começando pelo maior impacto.

O mais importante é entender que Open Finance não é apenas uma tendência, mas uma mudança estrutural no sistema financeiro digital.

Pessoa marcando uma lista de verificação com uma marca de seleção na caixa de 'Yes', indicando itens concluídos ou aprovados.

Alguns mitos e fatos

👉 “Compartilhar dados é inseguro?”
Não. O compartilhamento só ocorre com consentimento e em ambiente regulado.

👉 “Open Finance fere a LGPD?”
Não. Ele é desenhado para operar em conformidade total com a LGPD.

👉 “O custo compensa?”
Para muitos e-commerces, sim. Principalmente pela redução de fraudes, custos operacionais e aumento de conversão.

👉 “O ecossistema já está maduro?”
O Open Finance no Brasil está em evolução, mas já oferece casos de uso reais e escaláveis.

Conclusão

O Open Finance está redefinindo a forma como o e-commerce se conecta ao sistema financeiro, tornando pagamentos, dados e segurança parte de um ecossistema integrado e inteligente, colocando o cliente no centro e abrindo novas oportunidades para lojas virtuais que desejam crescer com eficiência e segurança.

Quem adota o Open Finance de forma estratégica sai na frente da concorrência, ganha eficiência operacional e fortalece a relação com seus clientes. Soluções como a PagHiper tornam essa transição prática, conectando seu e-commerce ao ecossistema financeiro moderno e seguro.

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